terça-feira, 29 de junho de 2010

Alice no país das Maravilhas - Lewis Carroll

Amo!
Como devem perceber amo as ilustrações de livros infantis e os de Alice no país das maravilhas são um caso a parte de tão lindas!
 Olhe que lindas essas fotos que encontrei!
O 1º original de Alice no país das maravilhas de Lewis Carroll






Pesquisando descobri tbm que Lewis Carroll era um admirador de fotografia como eu,até um comportamento bastante polêmico,pois gostava de fotografar meninas mtas vezes nuas (na sua morte pediu para que as fotografias de meninas nuas fossem entregues a suas respectivas familias).
 Olhe algumas de suas fotos!




Alice Liddell (foto) foi a inspiração de Carroll para criar Alice no País das Maravilhas.

Por fim mais umas ilustrações de Alice:






Tudo tem uma moral: é só encontrá-la.
— Lewis Carroll
Mais????




segunda-feira, 28 de junho de 2010

Intimidade no programa Balaio

Hamlet - Alexandre de Carvalho Mury

Gosto muito trabalhos que fazem uma releitura de obras de arte já consagradas, fiz um trabalho para a aula de fotografia assim (post mais antigo) onde pegava quadros de mesas (ceias) de artistas famosos. A partir dos quadros construía os meus cenários e os fotografava, depois de fotografar as cenas ,transformava-as no photoshop para atingirem o efeito que queria! Foi um trabalho bem prazeroso e que dialoga bastante com os limites do que seria a  fotografia e a pintura hoje, além de fomentar a questão que vai além da estética,  questionando o narcisismo contemporâneo, com a tamanha facilidade na produção de auto-imagens e acessibilidade a auto-exposição nas novas mídias.


Hoje quis trazer a vocês um artista que tem feito um trabalho neste sentido. Seu nome é Alexandre de Carvalho Mury


"Não tem como não olhar para os auto-retratos do capixaba Alexandre Mury e não esboçar ao menos um sorriso. 
Uma fotografia dele já faz parte da coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Debochado e irônico, há quem o associe à americana Cindy Sherman, que nos anos 70 se registrava como uma atriz anônima em poses que lembram filmes b.
Mas não é preciso ir longe assim para reconhecer Mury como um bom artista, desses que arriscam, sabe?
Seu Hamlet com rolos de papel higiênico no pescoço é divertido e corajoso.
Por Gisele Kato

Mais informações no site da revista Bravo!


                                                     As três Fridas









 Comparação com a fotográfa Cindy Sherman

Cindy é uma artista conceitual que trabalha com fotografia.

Sherman nasceu em 1954 em Nova Jersey. Construiu sua carreira em Nova Iorque e ficou popular com a série inciada em 1978, “Untitled Filme Still” – auto retratos em que encenava papéis ligados ao gênero feminino, como a moça do interior, a atriz ou a dona de casa, criticando a  representações da mulher como objeto do olhar masculino. A artista buscava essas personagens no cinema das décadas de 50 e 60 e utilizava o figurino, o ambiente e os códigos que permitissem alcançar a representação do tipo imaginado.
Em seus últimos trabalhos a série : " Fashion" aborda o envelhecimento além das questões que já apareciam em seu trabalho há pelo menos 30 anos: gênero, identidade, voyerismo e aparências.

A série “Fashion” faz parte de um grupo de trabalhos de Sherman  posterior, que se afastam da sensações nostálgicas para construir imagens em que a ironia e a crítica ficam mais evidentes. Parodiando as imagens da propaganda de moda nos anos 80, o resultado apresentado por Sherman se afasta do esteticamente bonito perseguido pelo mundo da moda e oferece imagens bizarras, repletas de constrastes e confusão entre indivíduo/estereótipo cultural.








Detalhe:  ela (Cindy Sherman) sempre é a fotografada

Vale a pena conhecer mais!


quinta-feira, 24 de junho de 2010

Hana Yori Dango

Minha irmã sempre amooouuuu o Japão! Literalmente tudo: costumes,comida,lingua etc.
E foi ela que me apresentou essa novelinha super simpática! 
Hana Yori Dango (Melhor doces do que flores) saiu de um ANIME e o nome
vem do provérbio japonês ‘Melhor doces do que flores’,em referencia aoHanami (festival que celebra o desabrochar das flores de cerejeira). Nesse festival, as pessoas costumam se reunir embaixo das árvores para apreciar o evento enquanto fazem piquenique. O provérbio critica as pessoas que preferem os doces a flores do festival. Mudando a leitura de kanji de ‘flores’ para ‘meninos’, Kamio também faz uma critica à quem dá muita importância para o ideal romântico dos rapazes, exatamente o que faz toda a Eitoku Gakuen em relação aos F4, na história do mangá.
Mto fofo e recomendo!
Boas risadas e a visão de um povo que é tãoooo diferente de nós
Td bem mtos preferem o ANIME mesmo,mas eu fico com os lindos personagens de carne e osso : Tsukasa Doumyouji (Jun Matsumoto) e Sakurako Sanjo ( Megumi Sato)
 Mto cute!






terça-feira, 22 de junho de 2010

Não deixe o preconceito influenciar você!




Hoje vi essa propaganda… Poxa gostei demais da campanha. é o tipo de coisa que tenho que aderir mesmo. Xô todo tipo e espécie de preconceito!
Interessante como ainda existe e muito o preconceito contra a AIDS
Campanha publicitária muito bonita, tocou profundamente meu ♥ 

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Montagem de Exposição

Quem é artista,ou quem já mexeu com isso sabe o quanto dá trabalho fazer uma exposição.
 Primeiro a dificuldade em colocar o que estava em sua cabeça (projetos) em algo palpável,real para ser contemplado pelas pessoas.
O caminho de se conseguir materializar o que seria tão subjetivo dentro de você não é nada fácil,mas é o desafio do artista...mesmo que fale sobre algo banal ou que pareça simples aos outros, não é uma caminhada nenhum pouco superficial...Pode crer... É sofrida!
 Bom,mas o sofrimento faz parte do processo criativo e já dizia meu professor Marco Túlio Rezende que devemos usar todo o sofrimento como uma alavanca para o trabalho,melhor do que buscar facilitadores...afinal a vida é ou não é assim,nem um pouco fácil.

 Como artistas devemos aprender a lidar com as angustias,não que sempre iremos ter,mas um momento ela surge e ai? É melhor segurar a onda, faz parte!

Bom, mas depois da obra feita e da exposição marcada o desafio agora é coloca-la de forma que tenha toda a sua força,toda a potência que se quer manifestar através dela. Uma montagem ruim pode acabar com um trabalho,esse mesmo caso ocorre com as famosas molduras (tão irresistíveis,mas tão prejudiciais se colocadas de forma errada...) mas isso é pra outro post, então, a montagem é parte imprecindível para o trabalho e precisa ser levada com seriedade.

 Hoje pela manhã montamos a nossa Exposição Experymental no Espaço 104. Um galpão grande,com um pé direito enorme,o 104 possui paredes com muitas informações(o que poderia se caracterizar um problema!) como: tijolos aparecendo,pedaços de reboco... mas podemos adaptar, pois essas informações fazem parte da estética do local e agregaremos isso a montagem.

 A medida que começamos a montagem,meus professores Marco Túlio e Ana Cristina Brandão iam dando as coordenadas e nós aprendizes ouvimos com toda atenção. Muitas vezes diziam a frase: " Menos é mais !". ÔOO como isso é importante... As vezes por insegurança, achamos de florear as coisas (no caso dos trabalhos),tentando criar facilitadores, querendo forjar mais sedução a quem vê,mas o trabalho em sim,já deve conter tudo isso,toda essa força e capturar o coração,ou a mente de quem o observa.

 Aprendemos muito hoje e amamos,é muito bom participarmos de uma exposição.
 Segue ai algumas fotos tiradas por mim hoje:

As fotos dos trabalhos postadas aqui seguem o nome dos artistas que a fizeram e que poderão ser vistas na exposição


Cacá Bicalho


Ana Cristina Brandão,Marco Túlio Rezende (Profºs Guignard) e a Josy






sábado, 19 de junho de 2010

A dança: uma expressão perpendicular de um desejo horizontal.
George Bernard Shaw